Rafael Passos
O aspecto financeiro também recebeu reforço. Cada equipe terá uma cota fixa de R$ 720 mil na primeira fase, com bônus de R$ 20 mil por jogo de primeira escolha exibido em rede nacional. A premiação final foi reajustada: a equipe campeã receberá R$ 2 milhões, enquanto a vice ficará com R$ 1 milhão, fortalecendo o incentivo esportivo e a sustentabilidade dos projetos.
Na primeira fase, os 18 clubes se enfrentam em turno único, com os oito melhores colocados avançando às quartas de final e os dois últimos sendo rebaixados à Série A2. Outro ponto importante já projetando o futuro é a exigência da CBF de que, a partir de 2027, todas as atletas participantes das competições nacionais tenham contrato profissional, medida que reforça a profissionalização do futebol feminino brasileiro.
O Brasileirão Feminino A1 2026 contará com ampla cobertura. Os direitos de transmissão pertencem a TV Globo, SporTV, TV Brasil, N Sports, GE TV e CBF TV, garantindo presença em TV aberta, fechada e plataformas digitais. A decisão do título será em formato de ida e volta, com finais previstas para os dias 27 de setembro e 4 de outubro.
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| Crédito: @BRFeminino |


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