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| Foto: Luciana Vermell/CBF |
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| Luany acertou um chutaço e abriu o placar para o Brasil Foto: Luciana Vermell/CBF |
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| Geyse marcou um golaço de bicicleta Foto: Luciana Vermell/CBF |
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| Angelina celebra o belo no Beira-Rio Foto: Luciana Vermell/CBF |
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| Foto: Luciana Vermell/CBF |
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| Luany acertou um chutaço e abriu o placar para o Brasil Foto: Luciana Vermell/CBF |
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| Geyse marcou um golaço de bicicleta Foto: Luciana Vermell/CBF |
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| Angelina celebra o belo no Beira-Rio Foto: Luciana Vermell/CBF |
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| Créditos: Kely Pereira - Staff Images / CBF |
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| Créditos: Kely Pereira - Staff Images / CBF |
A noite desta terça-feira (9) reservou um capítulo histórico para o futebol feminino nacional, mas com sabor amargo dentro das quatro linhas. Em amistoso preparatório para a Copa do Mundo de 2027, a Seleção Brasileira foi superada pelos Estados Unidos por 1 a 0, na Arena Castelão, em Fortaleza. O confronto marcou o segundo teste entre as equipes neste mês de junho, após as brasileiras vencerem o primeiro duelo por 2 a 1, de virada, no último sábado, em São Paulo.
Festa gigante na arquibancada
Se em campo o resultado não foi o esperado, a torcida cearense deu um verdadeiro espetáculo. Com direito a mosaico e uma atmosfera vibrante, 55.744 torcedores lotaram o Castelão.
O número grandioso entrou diretamente para os livros de história, registrando a terceira maior marca de público do futebol feminino no Brasil. A partida na capital cearense ficou atrás apenas de dois confrontos emblemáticos:
* Brasil x Suécia (70.454) – Semifinal das Olimpíadas do Rio (2016)
* Brasil x Estados Unidos (67.788) – Final dos Jogos Pan-Americanos do Rio (2007)
Infelicidade decide o placar
Em um confronto bastante equilibrado, o gol da vitória norte-americana saiu aos 18 minutos da etapa complementar. Sophia Wilson arriscou um chute de fora da área e contou com um desvio crucial na lateral brasileira Isabela. A mudança drástica na trajetória da bola tirou completamente a goleira Lorena da jogada, e a arbitragem acabou assinalando gol contra da defensora brasileira.
Clima quente e enxurrada de cartões
Além da forte marcação, o duelo foi marcado por uma enorme tensão e um festival de cartões na reta final. O técnico Arthur Elias foi um dos protagonistas do nervosismo à beira do gramado. No primeiro tempo, o comandante foi advertido com cartão amarelo após uma discussão curiosa envolvendo a cor de da sua camiseta. Na segunda etapa, acabou expulso por chutar uma bola perto da área técnica. Três membros da comissão brasileira também receberam o cartão vermelho por reclamação. Edson Jr. (Treinador de goleiras), Romário de Oliveira (auxiliar de preparação física) e Marcelo Rossetti (preparador físico).
O clima hostil piorou nos minutos finais e se estendeu após o término do jogo. Com as jogadas ríspidas, Bia Zaneratto e Tarciane foram expulsas antes do apito final. Assim que a árbitra espanhola encerrou a partida, a confusão continuou, resultando em mais dois cartões vermelhos para as atacantes Ludmila e Kerolin, fechando a noite com saldo pesado para o Brasil.
Brasil: Lorena; Isabela, Isa Haas (Tarciane), Mariza (Rafaelle) e Aline Gomes (Raissa Bahia); Angelina (Duda Sampaio), Ary Borges (Kaylane), Gabi Portilho (Ludmila), Tainá Maranhão (Marta), Dudinha (Bia Zaneratto), Gio Garbelini (Kerolin).Técnico: Arthur Elias.
Estados Unidos: Claudia Dickey; Emily Fox (Trinity Rodman), Emily Sonnett, Avery Patterson e Kennedy Wesley; Rose Lavelle (Olivia Moultrie), Emma Sears, Lily Yohannes (Claire Hutton) e Lindsey Heaps e Michelle Coopes; Sophia Wilson (Ally Sentnor). Técnica: Emma Hayes.
Rafael Passos
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| Créditos: Lívia Villas Boas/Staff Images/CBF |
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Seleção feminina sofre gol no primeiro minuto, mas busca a virada com Tainá Maranhão e Bia Zaneratto diante de mais de 31 mil torcedores na Neo Química Arena
A Seleção Brasileira Feminina mostrou poder de reação e derrotou os Estados Unidos por 2 a 1 na noite deste sábado, na Neo Química Arena, em São Paulo, em amistoso preparatório para a Copa do Mundo de 2027, que será disputada em solo brasileiro. Diante de 31.336 torcedores, a equipe comandada por Arthur Elias superou um início adverso para conquistar uma vitória importante diante de uma das principais potências do futebol mundial.
As norte-americanas abriram o placar logo no primeiro minuto de jogo. Sophia Wilson chutou fora da área e colocou as estadunidenses em vantagem. A resposta brasileira, porém, foi rápida e eficiente.
Aos 10 minutos, Tainá Maranhão, de cabeça, deixou tudo igual e recolocou o Brasil na partida. Três minutos depois, Bia Zaneratto completou a reação ao marcar o segundo gol da equipe verde-amarela, consolidando a virada ainda na etapa inicial.
No segundo tempo, os Estados Unidos pressionaram em busca do empate, mas encontraram uma seleção brasileira conseguiu administrar a vantagem para conquistar a vitória.
O amistoso registrou renda de R$ 1.689.402,50 e serviu como mais um teste importante na preparação para a Copa do Mundo Feminina de 2027, competição que terá o Brasil como país-sede.
As duas seleções voltam a se enfrentar na terça-feira (09). O segundo amistoso da série será disputado na Arena Castelão, em Fortaleza, com início marcado para as 21h30.
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| Créditos: Lívia Villas Boas/CBF |
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| Créditos: Lívia Villas Boas/CBF |
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| Créditos: Lívia Villas Boas/CBF |
A Seleção Brasileira confirmou o título do FIFA Series ao vencer o Canadá por 1 a 0 neste sábado, na Arena Pantanal, em Cuiabá. Em um confronto equilibrado, a equipe brasileira mostrou eficiência e resistência para garantir a conquista diante de um adversário competitivo.
No primeiro tempo, as duas seleções criaram boas oportunidades, mas o Brasil apresentou um leve controle das ações, pressionando mais no campo ofensivo. Apesar das tentativas, o placar permaneceu zerado até o intervalo.
A vantagem veio logo no início da etapa final. Aos dois minutos, Aline Gomes apareceu bem e marcou o gol que decidiu a partida. Mesmo após sair na frente, o Brasil seguiu enfrentando um jogo disputado, com o Canadá buscando o empate a todo momento.
A situação ficou mais desafiadora aos 35 minutos, quando Ary Borges recebeu o segundo cartão amarelo e acabou expulsa. Com uma jogadora a menos, a Seleção precisou reforçar a marcação e mostrou organização defensiva para segurar o resultado até o apito final.
Com o triunfo, o Brasil encerrou a campanha com 100% de aproveitamento, somando três vitórias em três jogos, e levantou o troféu do torneio. Destaque também para Kerolin, que foi eleita a melhor jogadora do FIFA Series, coroando sua atuação ao longo da competição.
Brasil: Lelê; Isa Haas, Lauren (Paloma Maciel) e Thaís Ferreira (Vitória Calhau); Duda Sampaio (Angelina) e Ary Borges; Aline Gomes (Gabi Portilho), Ludmila (Gio Garbelini), Dudinha (Maiara), Tainá Maranhão (Marília) e Kerolin (Evelin). Técnico: Arthur Elias.
Canadá: Sheridan; Sonis, Buchanan, Gilles, Riviere; Regan (Wickenheiser), Fleming, Awujo (Grosso); Lacasse (Chukwu), Viens e Smith. Técnica: Casey Stoney.
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| Créditos: Livia Villas Boas/CBF |
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A Seleção Brasileira Feminina goleou a Zâmbia por 6 a 1 na noite desta terça-feira, na Arena Pantanal, em Cuiabá. No duelo válido pela segunda rodada do FIFA Series, Yasmim, Tainá Maranhão, Angelina, Raíssa Bahia. Kerolin e Vitória Calhau marcaram os gols do Brasil. Barbra Banda descontou para a equipe africana.
O placar foi aberto aos 30 minutos da etapa inicial, em grande estilo. Yasmin cobrou falta com precisão e marcou um belo gol. Pouco antes do lance, a goleira Nali foi expulsa ao sair da área e tocar a bola com o braço, deixando a equipe africana com uma jogadora a menos.
Na volta do intervalo, o Brasil não demorou a ampliar. Logo no primeiro minuto, Tainá Maranhão fez o segundo. Mesmo em desvantagem, a Zâmbia conseguiu descontar com Barbra Banda, mas a reação parou por aí. A equipe brasileira manteve o controle do jogo e voltou a balançar as redes com Angelina, em cobrança de pênalti.
Com o passar do tempo, o domínio se transformou em goleada. Raíssa Bahia marcou o quarto gol aos 31 minutos e ainda participou diretamente do quinto, ao fazer boa jogada que terminou na finalização certeira de Kerolin. Nos minutos finais, Vitória Calhau converteu mais um pênalti e deu números definitivos à partida.
A programação segue no próximo sábado, 18 de abril, também na Arena Pantanal. Às 16h, Zâmbia e Coreia do Sul se enfrentam. Mais tarde, às 22h30 (de Brasília), o Brasil volta a campo para encarar o Canadá, que venceu a Coreia do Sul por 3 a 1 na abertura da rodada.
Escalações:
Brasil: Lelê (Thaís Lima); Isa Haas (Vitória Calhau), Mariza e Paloma Maciel (Evelin); Yasmim (Raíssa Bahia), Duda Sampaio (Ary Borges), Angelina e Marília (Aline Gomes); Tainá Maranhão (Dudinha), Gabi Portilho (Ludmila) e Gio Garbelini (Kerolin). Técnico: Arthur Elias.
Zâmbia: Nali Hazel; Lushomo Mweemba, Susan Banda (Mufunte), Martha Tembo e Margaret Belemu; Chileshe Rhoda, Chanda Grace; Chipasula Mercy (Mambwe), Nachula Rachel, Maluba Blessing e Banda Barbra (Nanyangwe). Técnico: Haalubono Charles.
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| Créditos: Lívia Villas Boas/CBF |
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| Créditos: Lívia Villas Boas/CBF |
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| Créditos: Lívia Villas Boas/CBF |
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| Créditos: Lívia Villas Boas/CBF |
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| Créditos: Lívia Villas Boas/CBF |
| Créditos: Samara Moumei/CBF |
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| Créditos: Lívia Villas Boas / CBF |
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| Créditos: Lívia Villas Boas / CBF |
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| Créditos: Lívia Villas Boas / CBF |
A Seleção Brasileira Feminina foi derrotada pela Noruega por 3 a 1 na tarde desta sexta-feira (28), em amistoso realizado no Estádio Municipal Ciudad de La Línea, na cidade de La Línea de la Concepción, na Espanha. Mariza marcou o gol brasileiro aos 43 minutos do primeiro tempo, mas a equipe europeia garantiu a vitória com dois gols de Signe Gaupset, um aos 10 minutos da etapa inicial e outro aos 7 do segundo tempo,além do tento de Ada Hegerberg, aos 23 minutos da segunda etapa, cobrando pênalti.
O duelo marcou o penúltimo compromisso da equipe treinada por Arthur Elias em 2025. No encerramento da temporada, o Brasil enfrenta Portugal na próxima segunda-feira (2), às 16h45 (de Brasília), no Estádio Municipal de Aveiro.
Brasil: Lorena; Tarciane, Isa Haas (Thaís Ferreira) e Mariza; Bruninha (Tainá Maranhão, Ary Borges, Angelina (Yaya) e Isabela (Fe Palermo); Luany, Gaby Portilho (Ludmila) e Bia Zaneratto (Gabi Zanotti). Técnico: Arthur Elias.
Noruega: Fiskerstrand; Tuva Hansen (Woldvik), Engen, Harviken, Blakstad, Kielland, Graham Hansen (Jensen), Naalsund, Maanum (Stölen Godö), Signe Galpset (Saevik) e Ada Hegerberg. Técnica: Gemma Grainger.
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| Arthur Elias durante a convocação. Foto: Staff Images/CBF |
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| Fotos: Lívia Villas Boas / CBF |
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| Fotos: Lívia Villas Boas / CBF |
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| Fotos: Lívia Villas Boas / CBF |
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Fotos: Lívia Villas Boas / CBF |
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Fotos: Lívia Villas Boas / CBF |
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Fotos: Lívia Villas Boas / CBF |
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Fotos: Lívia Villas Boas / CBF |
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Fotos: Lívia Villas Boas / CBF |
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Fotos: Lívia Villas Boas / CBF |
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Fotos: Lívia Villas Boas / CBF |
Em uma das finais mais emocionantes da história da competição, o Brasil conquistou neste sábado (2) o título da Copa América Feminina 2025 ao vencer a Colômbia nos pênaltis após empate por 4 a 4 no tempo normal e na prorrogação. A decisão foi disputada no Estádio Casa Blanca, em Quito, no Equador, e confirmou a hegemonia brasileira no continente, com o nono título sul-americano da história da Seleção.
A partida teve todos os ingredientes de uma grande final: reviravoltas, gols nos acréscimos, prorrogação e disputa de pênaltis. O Brasil esteve atrás do placar em mais de uma ocasião, mas conseguiu empatar com heroísmo nos minutos finais das duas etapas, levando a disputa para os tiros diretos da marca da cal.
A Colômbia abriu o placar aos 25 minutos do primeiro tempo com Linda Caicedo, mas a resposta brasileira veio com Angelina, que empatou aos 54 minutos da primeira etapa. No segundo tempo, a Colômbia voltou a ficar na frente após gol contra de Tarciane, mas Amanda Gutierres empatou aos 35. A Seleção Cafetera parecia garantir o título com gol de Mayra Ramírez aos 43 minutos, até que Marta, com um chute de fora da área aos 51 minutos, levou a decisão à prorrogação.
No tempo extra, Marta colocou a seleção brasileira pela primeira vez em vantagem em vantagem aos 15 do primeiro tempo, mas Leicy Santos marcou um golaço em cobrança de falta, aos 10 minutos da etapa final, e deixou tudo igual. Nos pênaltis, o Brasil venceu por 5 a 4. O time comandado por Arthur Elias converteu cinco da sete cobranças. A goleira Lorena defendeu dois arremates colombianos e ainda viu um chute ir para fora para garantir o título.
Pênaltis
Com a conquista, o Brasil conquista a Copa América pela nona vez em dez edições. A equipe verde e amarela encerra sua campanha na competição invicta, com cinco vitórias e dois empates, 21 gols marcados e apenas seis sofridos. A Seleção, assim com a Colômbia, também já havia assegurado uma vaga para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028, ao chegar à final. Marta foi eleita a melhor jogadora do torneio e Amanda Gutierres dividiu a artilharia com Claudia Martínez, do Paraguai, com seis gols.
Colômbia: Kate Tapia; Carolina Arias (Wendy Bonilla), Daniela Arias e Jorelyn Carabalí e Daniela Caracas; Lorena Bedoya (Marcela Restrepo), Ilana Izquierdo (Manuela Paví), Leicy Santos; Linda Caicedo, Valerin Loboa (Catalina Usme) e Mayra Ramírez (Liced Serna). Técnico: Ángelo Marsiglia.
Brasil: Lorena; Tarciane, Mariza, Yasmim e Fê Palermo (Isa Haas); Duda Sampaio (Yaya), Angelina, Gabi Portilho (Luany); Gio Corbelini (Marta), Dudinha (Amanda Gutierres) e Kerolin (Jhonson). Técnico: Arthur Elias.
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| Foto: Lívia Villas Boas / CBF |
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| Foto: Lívia Villas Boas / CBF |
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| Foto: Lívia Villas Boas / CBF |
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| Foto: Lívia Villas Boas / CBF |
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| Foto: Lívia Villas Boas / CBF |
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| Foto: Lívia Villas Boas / CBF |
Seleção venceu o Uruguai com autoridade e segue invicta rumo ao título continental
A Seleção Brasileira Feminina está na grande final da Copa América 2025. Na noite desta terça-feira (29), no Estádio Casa Blanca, em Quito, no Equador, a equipe comandada por Arthur Elias confirmou seu favoritismo ao golear o Uruguai por 5 a 1. Com o resultado, além da vaga na decisão contra a Colômbia, o Brasil garantiu classificação antecipada para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.
Amanda Gutierres, duas vezes, Gio Garbelini, Marta e Dudinha marcaram os gols da vitória brasileira. O Uruguai descontou em gol contra da zagueira Isa Haas. A atuação sólida reforça a campanha invicta da Seleção na competição: são quatro vitórias e um empate, com 17 gols marcados e apenas dois sofridos.
Logo nos primeiros minutos, o Brasil mostrou a que veio. Aos 11 minutos, Marta cruzou com perfeição e Amanda Gutierres abriu o placar de cabeça. Dois minutos depois, Gio Garbelini ampliou após aproveitar rebote dentro da área. O terceiro veio ainda na etapa inicial, aos 27, com Marta convertendo pênalti sofrido por Isa Haas.
Mesmo com a vantagem confortável, a Seleção manteve o controle da partida. O Uruguai diminuiu no início do segundo tempo, em lance infeliz de Isa Haas, que desviou contra o próprio gol após cobrança de escanteio. A resposta brasileira veio com força: Amanda Gutierres cobrou falta com precisão e anotou seu segundo gol na noite. Para fechar, Dudinha marcou o quinto, dando números finais ao confronto.
A final será neste sábado (2), às 18h (horário de Brasília), novamente em Quito. O Brasil reencontrará a Colômbia, adversária do empate sem gols na fase de grupos. Com vaga olímpica garantida e moral elevada, a Seleção Brasileira chega à decisão embalada, em busca do nono título da Copa América Feminina.
Brasil: Cláudia; Antônia, Tarciane (Mariza), Isa Haas (Kaká); Luany, Duda Sampaio, Angelina (Yaya) e Fátima Dutra; Marta (Kerolin), Gio Garbelini (Dudinha) e Amanda Gutierres. Técnico: Arthur Elias.
Uruguai: Austina Sánchez; Ángela Gómez (Micaela Fitipaldi), Daiana Farías (Fátima Barone), Yannel Correa e Juliana Viera; Alaides Paz (Pilar González), Ximena Velazco, Fefa Lacoste, Belén Aquino, Wendy Carballo e Esperanza Pizarro. Técnico: Ariel Longo.